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sexta-feira, 19 de junho de 2015

ANIVERSÁRIO DE CAJAPIÓ



No dia 19 de Junho a cidade de Cajapió completou 80 anos de emancipação politica. A cidade que administrada pelo prefeito Nonato Silva e sua vice Ana Silvia, celebrou essa data com uma grande solenidade na qual teve uma missa de agradecimento, com a presença de alguns vereadores, e com a presença do secretário de Educação Márlon Sousa e o secretário de administração Geovam Lima e chefe de gabinete sr. Bruno,  logo em seguida teve um bolo para comemorar esse marco tão importante para cidade e foi dividido junto com os estudantes de Cajapió. E para fechar com chave de ouro a noite foi à abertura do Arraial da gente com a Banda Pé de Serra e o Boi de Axixá.
Cidade com uma população de aproximadamente 8.393 habitantes sendo, 4.305  do sexo masculino e 4.088 do sexo feminino. É município do Estado do Maranhão, localizado na Baixada Maranhense, com cerca de 930 quilômetros quadrados de área. Possui uma densidade populacional de quase 8.99 habitantes por Km quadrado segundo o IBGE. Está localizado em Latitude -02º 52’ 51’ e Longitude 44º 40’ 29’, tendo como municípios vizinhos São Vicente Férrea a 25,1 Km, Bacurituba a 23,1 Km e São João Batista a 34,4 Km.

Aos Cajapioenses nossos sinceros votos de Felicidades.

Vejam as imagens








quinta-feira, 4 de junho de 2015

No MA, maioria do PSB é contra a fusão com partido de Eliziane Gama

Cresce movimento em favor da candidatura própria de Bira a prefeito de São Luís. Roberto Rocha e Eliziane se isolam.
Cresce movimento em favor da candidatura própria de Bira do Pindaré a prefeito de São Luís. Roberto Rocha e Eliziane se isolam.
Ganha cada vez mais força nos bastidores do PSB o movimento contra a fusão com o PPS. Mais de doze presidentes de diretórios estaduais, além dos governadores da Paraíba e de Pernambuco – considerado berço da legenda, organizam manifesto para adiar o congresso nacional do partido, marcado para próximo dia 20, em que seria formalizada fusão.
A principal preocupação dos socialistas é a descaracterização das bandeiras históricas do PSB e a manobra do governador Geraldo Alckmin (PSDB) que, em conluio com seu vice, Marcio França, tenta garantir a fusão entre os partidos para viabilizar-se candidato a presidente da República nas eleições de 2018.
O projeto do tucano vai contra todos os projetos da legenda de Eduardo Campos, que pretende ter candidatura própria na próxima disputa presidencial.
No Maranhão, os grupos liderados por Luciano Leitoa (presidente estadual da legenda e prefeito de Timon), José Reinaldo Tavares (deputado federal) e Bira do Pindaré (deputado estadual licenciado) já se declararam contra a fusão. Como sempre, o único que cria embaraço é o senador Roberto Rocha.
Após se eleger arrastado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), o “racha” cismou que quer ser governador do Maranhão a qualquer custo. Ambicioso, aliou-se à deputada federal Eliziane Gama (PPS) com o claro objetivo de fortalecer seu projeto de poder e dominação, enfrentando Dino já em 2018.
Roberto também opera para inviabilizar uma possível candidatura de Bira do Pindaré a prefeito de São Luís. O atual secretário de Ciência e Tecnologia do Maranhão é preferido pela maioria das lideranças socialistas e o único que a irmã Eliziane teme enfrentar nas eleições de 2016.

Força Nacional já atua no estado desde abril deste ano

unnamedDesde o dia 2 de abril deste ano, a Força Nacional de Segurança Pública atua no Maranhão para combater o crime organizado e dar solução às investigações de crimes no Maranhão. A partir de Acordo de Cooperação Federativa da Força Nacional de Segurança Pública com o Estado do Maranhão, uma equipe de delegados e investigadores trabalha para diminuir o atraso histórico em setores estratégicos da Segurança Pública.
A pedido do governador Flávio Dino feito através de ofício em 24 de fevereiro, o Ministério da Justiça autorizou que uma equipe composta por investigadores, delegado e escrivão reforçassem o trabalho da polícia judiciária no Maranhão. Em portaria publicada no dia 2 de abril no Diário Oficial da União, o ministro José Eduardo Cardoso determinou os termos da presença da equipe da Força Nacional no Estado.
A missão da Força Nacional no Maranhão é atuar em conjunto com a Polícia Civil do Estado em setores estratégicos da Segurança, como o combate ao crime organizado, investigação de crimes cometidos contra o erário e reforçar os municípios com situação de Segurança vulnerável. O acordo firmado entre Governo do Estado e Ministério da Justiça vigora por 90 dias, período que pode ser renovado.
A equipe trabalha desde abril no prédio da Delegacia de Homicídios, em São Luís. Para reforçar a investigação de crimes violentos e finalizar inquéritos para serem remetidos à Justiça, a Força Nacional, através de sua Polícia Judiciária, reforça o combate à impunidade de crimes cometidos no Maranhão. Em seu ofício direcionado ao ministro da Justiça, Flávio Dino destacou que em fevereiro havia 250 inquéritos acumulados na Delegacia de Homicídios, 830 na Delegacia Especial da Mulher e 327 na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
Força Nacional em 2014
Em 2014, a Força Nacional presente no Maranhão foi enviada para atuar exclusivamente no combate à crise penitenciária que se instalou no Estado entre os anos de 2013 e 2014. No primeiro ano, foram 60 mortes no Sistema Penitenciário de Pedrinhas, auge da crise – no ano seguinte, o Ministério determinou a instalação da Força Nacional. No acumulado, houve 19 mortes em Pedrinhas em 2014.
Entendendo que o período de maior gravidade da crise foi superado, o Ministério da Justiça pediu o retorno da Força Nacional disponível apenas para intervir no Complexo Penitenciário no dia 14 de abril deste ano. Os integrantes da missão iniciada em janeiro de 2014 não podia atuar em operações fora da penitenciária

sexta-feira, 8 de maio de 2015

Trágico acidente em Palmeirândia com vitimas fatais

Um ônibus clandestino com nome de Mineiro Tur capotou agora pela manhã em Palmeirândia, causando a morte de duas pessoas e deixando várias feridas.
O acidente foi entre Palmeirândia e Peri Mirim. O veículo fazia a linha São Bento a São Luís. Abaixo dois registros fotográficos do acidente:

domingo, 26 de abril de 2015

Record mostra nesta segunda o resultado da política criminosa da família Sarney em Caxias



Maternidade Carmosina Coutinho: atendimento a 48 municípios sem a devida compensação por parte do governo Roseana
Maternidade Carmosina Coutinho: atendimento a 48 municípios sem a devida compensação por parte do governo Roseana
A TV Record exibe nesta segunda-feira o resultado da política de perseguição do condomínio Sarney/Murad contra a população do leste maranhense, em especial ao município de Caxias, onde está localizada a Maternidade Carmosina Coutinho, sede da regional de saúde responsável pelo atendimento de média e alta complexidade de 41 municípios, além dos 7 que compõem a sua regional.
Foram seis anos da mais feroz atrocidade contra a vida de uma população estimada em 1.300.000 pessoas, que depende do pleno funcionamento da saúde no município de Caxias, que de 2009 a 2014 ficou sem os repasses pactuados para o devido atendimento dos somente 7 municípios da regional, Afonso Cunha, Aldeias Altas, Buriti, Caxias, Coelho Neto, Duque Bacelar e São João do Soter.
Segundo cálculos do secretário de saúde de Caxias, Dr. Vinicius Araújo, o município deixou de receber cerca de R$ 40 milhões diante da perseguição política da governadora Roseana Sarney, por conta do apoio ao então candidato ao governo do estado, Flávio Dino.
Uma barbaridade ainda maior quando ao mesmo tempo o então secretário de estado da saúde, Ricardo Murad, deixou de implantar em outros 41 municípios a Rede Cegonha; uma rede de cuidados projetada pelo Ministério da Saúde para assegurar às mulheres o direito ao planejamento reprodutivo e a atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério (fase pós-parto em que a mulher experimenta modificações físicas e psíquicas), bem como assegurar às crianças o direito ao nascimento seguro.
A migração dessa população desassistida sobrecarregou a Carmosina Coutinho, que já enfrentava dificuldades para atender os 7 municípios da regional devido a falta dos aportes financeiros de responsabilidade do governo Roseana.
Para completar o descarrego, a maternidade foi obrigada a manter o atendimento com apenas 11 leitos de UTI neonatal, mesmo depois do próprio ministro, Alexandre Padilha, ligar pessoalmente para o secretário Vinicius Araújo avisando que iria corrigir a distorção aumentando para 30 o número de leitos na Unidade de Tratamento Intensivo.

De 2011, data do telefonema, até hoje a autorização não foi publicada no Diário Oficial